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Campus Party 2013 - 28 de janeiro a 3 de fevereiro

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  • Campus Party se encerra com promessa de realização no Rio

    04/02/2013

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    Depois da segunda edição em Recife, estender a realização do evento para o Rio de Janeiro e, possivelmente, para Porto Alegre e Fortaleza: com essa novidade, anunciada de forma extraoficial, foi encerrada ontem, 3, a sexta edição da Campus Party, em São Paulo.

    De acordo com Mário Teza, um dos organizadores, a realização no Rio de Janeiro já recebeu o apoio decisivo do empresário Eike Batista e das três esferas de governo. A realização nas outras cidades também já estaria em fase adiantada de negociações.

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    • Campus Party no Rio
  • “Quero impactar 1 milhão antes de chegar aos 30”

    02/02/2013

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    Empreendedores sociais são destaque no último dia da Campus Party: Tiago, Tony, Eduardo e Janaína desenvolveram trabalhos sociais inovadores envolveram plateia do evento

    “Existe um novo tipo de jovem que não quer ganhar um milhão de reais antes de ter 30 anos . Ele quer é impactar um milhão de pessoas com experiências positivas, que as façam perceber que é possível mudar o mundo”. A fala do jovem Tony Marlon resumiu o tom do debate realizado na tarde deste sábado, último dia de “conteúdo” da Campus Party, pois o acampamento continuaria ate domingo, 3.

    Descendo para a plateia em vez de se apresentarem no palco, os quatro jovens apresentaram realizações que sustentam o clima de entusiasmo pelas realizações sociais. Confira um resumo do depoimento deles:

    “Vendi tênis, camiseta e notebook para viajar e escrever o livro”
    “Boa tarde, galera, uma baita onda poder estar aqui com vocês”, começou Eduardo Lyra. Formado em jornalismo, morador de Jardim Cumbica, Eduardo recebeu logo no primeiro dia de aula na faculdade um veredicto daqueles de desanimar. “Seu texto é muito ruim, arrume outra profissão” disse um professor. Mas o menino estava determinado e levou o curso, apesar de sentir, sim, “aqui e ali”, a falta de referências culturais. Ao final da graduação, resolveu fazer “algo relevante” e foi atrás de figuras públicas para entrevistar. Reuniu num balaio Oscar Niemeyer e Marina Silva; Fernando Collor e Mv Bill, além de outros 19 pessoas que se transformaram em personagens do livro “Dialogando com Lideranças”.

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    02/02/2013

    Geraldo Adabo, do ITA, apresenta VANT’s no último dia da Campus Party Brasil 6

    Cada vez mais os veículos aéreos não-tripulados (VANT’s) possuem um papel de protagonismo no mundo moderno, seja na guerra ou na paz. Para abordar um pouco deste tema, o professor Geraldo Adabo, do Instituto de Tecnologia da Aeronáutica, apresenta um breve panorama sobre como eles eram no passado, como são hoje, e quais as direções que os VANT’s tomaram no futuro.

    Os primeiros veículos eram, na verdade, balões e pipas utilizados pelas potências europeias do século XIX, utilizados com o intuito de reconhecimento fotográfico e colocação de munições explosivas à distância. Mas o primeiro que foi radiocontrolado, da forma como conhecemos hoje, surgiu em 1939, nos EUA. Hoje em dia, existem desde VANT’s pequenos disfarçados de beija-flores a enormes, com peso de decolagem de 10 toneladas e envergadura de 35 metros.

    No Brasil, para que um VANT voe, é necessário certificação das agências responsáveis pela aviação civil e de telecomunicações, além do DECEA da Aeronáutica, responsável pelo controle de espaço aéreo. “Para VANT’s militares, os trâmites são outros”, lembra Geraldo. “Estes dizem respeito às aeronaves civis”.

    Geraldo falou sobre a atual experiência que está sendo desenvolvida em conjunto entre o ITA, a Companhia Hidroelétrica do Vale do São Francisco (Chesf) e o Centro de Estudos Avançados do Recife (Cesar), de VANT’s para vigilância de linhas de transmissão. “Não deixo de frisar que é uma alternativa de baixo custo, para que ela gere uma economia para a empresa”, disse, ressaltando o foco da pesquisa conduzida. O projeto das aeronaves, uma de asa fixa e outra de asa rotativa, prevêem, entre outras coisas, o uso de uma câmera de infravermelho e a precisão para voar a até 40 metros de distância das linhas de transmissão, e está previsto para ganhar o ar em breve.

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  • GNU/Linux numa casca de noz

    02/02/2013

    Um pouco da história e das razões para usar Linux apresentadas por Rubens de Almeida

    Apesar do grande número de usuários do sistema operacional Linux no mundo presente atualmente – segundo o site LiCo (www.linuxcounter.net) estima-se que hajam cerca de 64 milhões de usuários em todo o mundo – são ainda poucas as pessoas que têm conhecimento do que ele é, qual sua origem e qual a filosofia que está por trás dele. Foi pensando nisso que Rubens de Almeida, gerente do Centro de Computação da Unicamp, preparou sua palestra “Tudo o que você sempre quis saber sobre GNU/Linux (mas tinha vergonha de perguntar”, hoje, no último dia da Campus Party Brasil 6.

    A história que Rubens conta nos leva de volta ao fim dos anos 70 e início da década de 80, quando Richard Stallman, então pesquisador do MIT, se vê às voltas com problemas relacionados a patentes de software, culminando com a compra do laboratório onde trabalhava e os pesquisadores que lá estavam tendo de assinar um termo de sigilo sobre os códigos lá feitos, para continuar a trabalhar. Stallman se recusa, pede demissão, e dá início à Free Software Foundation e ao projeto do GNU, seu sistema operacional de código aberto.

    No entanto, o sonho de um sistema operacional livre somente se tornaria verdade quando um estudante finlandês, Linus Torvalds, cria a primeira versão do Linux – e, claro, a torna pública e aberta: “De início, Torvalds nem pensava em lançá-lo como software livre. Era apenas um meio de comunicação entre ele e sua universidade”, conta Rubens. Para a felicidade dos entusiastas do software livre, Torvalds tomou a decisão de abrir o código fonte do sistema.

    A união entre a Free Software Foundation, do projeto GNU, com o Linux, praticamente revolucionou a forma como os programas de computador eram encarados, em um mercado cada vez mais preocupado com patentes e direitos autorais. Pela primeira vez, era possível ter quatro liberdades ao utilizar um dispositivo eletrônico: para executar, modificar, distribuir e criar uma comunidade para dar apoio ao sistema.

    Um dos resultados do surgimento desta nova cultura, segundo Rubens, é a proliferação de sites e literatura dedicadas ao apoio aos usuários de Linux. “Um exemplo é o projeto Linux from Scratch (lfs.sourceforge.net), que oferece farta documentação sobre o programa, do início ao fim”, diz Rubens, que também mantém um site, abrigando inclusive a apresentação utilizada na Campus. Para ver, acesse www.dicas-l.com.br/cursos.

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  • “Não podemos nos dividir”

    01/02/2013

    Em palestra na tarde de hoje, 1, o deputado federal Alessandro Molon (acima), do PT carioca, adiantou-se em rebater criticas já feitas ao projeto de lei 2126, de 2011, do qual é relator. Molon fez uma apelo para que os ativistas ajudem a pressionar os parlamentares no sentido de aprovar o chamado Marco Civil da internet. 

    “Não podemos nos dividir neste momento. Não vamos deixar que questões menores atrapalhem a aprovação de um projeto dessa importância porque a redação dele é um pouco diferente do que cada um desejava. Não será fácil (aprovar o projeto), mas só com nossa mobilização será possível”, disse Molon.

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    01/02/2013

    O estande do Serpro é o melhor lugar para saber mais sobre como estamos ajudando a facilitar a vida do cidadão brasileiro. Aqui, você encontra panfletos informativos sobre nossos sistemas, nossas ações de inclusão sociodigital, e tem acesso a conteúdo mais aprofundado com a revista Tema.

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  • “Vivemos em um mundo remix”

    01/02/2013

    Para Mark Surman, tudo pode ser modificado na web. E isso pode ser bom.

    O diretor-executivo da Mozilla Foundation, Mark Surman, esteve presente no palco principal da Campus Party Brasil 6, neste penúltimo dia com conteúdo no evento. Mark veio para chamar a atenção dos participantes da festa para como a sua organização, sem fins lucrativos, vem tentando mudar e está mudando a web, e pretende continuar fazendo isso pelos próximos cem anos.

    Na ocasião, Mark apresentou o conceito de sua instituição sobre a web: um ambiente livre e que qualquer pessoa pode ter acesso, utilizar e, mais importante, modificar conteúdo para atender aos seus interesses. “É como se a web fosse feita de blocos de armar; Tim Berners-Lee (criador da Web) concebeu ela para ser algo como Lego”, disse, e continua: “Vivemos em um mundo remix, e a web é remix desde sua origem”.

    Desta forma, o objetivo de Surman e da Mozilla Foundation é de criar um ambiente onde cada vez mais as pessoas possam criar e editar conteúdos, e a chave para isso é um projeto chamado “Webmaker”. Segundo estatísticas apresentadas, o principal navegador da empresa, o Firefox, tem 400 milhões de usuários, mas apenas uma fração sabe efetivamente editar páginas na web. Com a Webmaker, a ideia é que cada vez mais pessoas aprendam a programar em código para as páginas que vemos com frequência.

    Surman faz um paralelo da Webmaker com o movimento de escotismo internacional, criado por Robert Baden-Powell em 1907: “Podemos fazer um movimento no mundo que inspire as pessoas a gostar da web da mesma forma que o escotismo estimulou as pessoas a gostarem da vida ao ar livre e da natureza”. Não por acaso, a Mozilla criou um sistema de medalhas para a Webmaker, que são concedidas àqueles que completam o aprendizado de um determinado tipo de conhecimento relacionado à programação para web.

    Mark aproveitou a ocasião para falar mais sobre o que a Mozilla pretende com o Firefox OS, sistema operacional open-source baseado em Linux e voltado para dispositivos móveis: “Criamos o Firefox OS uma vez que nenhuma das alternativas existentes no mercado, até agora, é realmente de código aberto, ainda que sejam ótimos produtos domésticos”, disse. Com o Firefox OS, a Mozilla espera que a prática de modificar o sistema operacional de acordo com as suas necessidades se torne mais comum. Espera-se que os primeiros smartphones com o sistema sejam lançados ainda este ano.

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  • Organizando a casa

    01/02/2013

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    Hoje, no palco Sócrates da Campus Party Brasil 6, foi o dia de Décio Lindoso, analista de desenvolvimento do Serpro no Rio de Janeiro, falar um pouco sobre o CRM, sigla de “Customer Relationship Management”, ou Gerenciamento de Relacionamento com Clientes, em inglês. Processo de negócios relativamente novo, o objetivo desta técnica de gerenciamento é proporcionar uma integração maior entre atendimento ao cliente, marketing, produção e outros setores de uma empresa, através do uso intensivo de tecnologias de informação e automação.

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  • UniSerpro tem 271 mil alunos via ead

    31/01/2013

    O total de alunos atendidos pelos cursos de educação a distância do Serpro já chega a 271 mil, distribuídos por mais de cem cursos. Abertos a qualquer pessoa que se interesse pelos conteúdos disponibilizados, o sistema oferece formação específica também a servidores públicos, tanto do Serpro quanto de clientes por ele atendidos, tais como os ministérios da Fazenda e do Planejamento. As informações foram prestadas por Felipe Dario Santos, analista da UniSerpro, em apresentação ocorrida hoje, 31, na Campus Party.

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    Luiz Claudio Mesquita, Felipe Santos e Paulo Pastore apresentam programa de Inclusão Sociodigital do Serpro

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  • Geotecnologias no estande do Serpro

    31/01/2013

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    No estande do Serpro, na tarde de hoje, minipalestra de Valter do Nascimento Chibirca, com o tema “GeoTecnologias no Serpro - uma abordagem baseada na Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais”. A palestra de Valter foi apenas uma das muitas que estão ocorrendo no nosso espaço na Campus Party Brasil 6. Para conferir a programação das outras, acesse http://blogeventos.serpro.gov.br/post/41878977080/palestras-no-estande-do-serpro. A programação irá repetir-se até o final do evento.

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